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sexta-feira, 12 agosto, 2022

H3N2: Bahia registra 1.872 casos e 72 mortes

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De 1º de novembro de 2021 até 11 de janeiro deste ano, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) registrou 1.872 casos de Influenza A, do tipo H3N2, distribuídos em 163 municípios. Deste total, 1.006 são residentes em Salvador.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia informou que os 1.872 casos, 390 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação, com morte de 72 pacientes.

Os óbitos foram registrados em Salvador (49), Feira de Santana (5), Canavieiras (2), Ilhéus (2) e Mulungu do Morro (2). Os outros municípios que apresentaram mortes foram: Cabaceiras do Paraguaçu, Camaçari, Candeias, Catu, Guanambi, Itagimirim, Laje, Maragogipe, Sapeaçu, Teixeira de Freitas, Urandi e Valença.

Do total de óbitos, 37 (51,4%) ocorreram no sexo feminino e 35 (48,6%) no sexo masculino. A maioria das mortes ocorreram na faixa etária acima de 80 anos (38 óbitos; 52,8%). Os outros ocorreram nas faixas de 70 a 79 anos (8 óbitos), 60 a 69 anos (8), 50 a 59 anos (9), 40 a 49 anos (4), 30 a 39 anos (3) e 10 a 14 anos (2).

Segundo a Sesab, verificou-se presença de comorbidades e/ou condições de risco para o agravamento da doença em 56 (77,8%) óbitos. Apenas 8 dos 72 casos que evoluíram à óbito estavam vacinados contra a Influenza.

‘Flurona’

Na terça-feira (11), o Laboratório Central de Saúde da Pública da Bahia e a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesab confirmaram 15 casos de infecção simultânea dos vírus da Influenza e Covid-19, notificados entre 8 de dezembro de 2021 e 6 de janeiro de 2022.

Os municípios que apresentaram os casos foram: Salvador, Feira de Santana, Camaçari, Lauro de Freitas, Juazeiro, Mutuípe, Vitória da Conquista e Alagoinhas. São oito pacientes do sexo masculino e sete do sexo feminino, com idades ente 8 e 91 anos. Não há óbitos registrados nas coinfecções.

Além disso, a Sesab reforça que os casos de SRAG requerem notificação compulsória imediata para adoção de medidas pertinentes de prevenção, controle e tratamento da Influenza, para a qual, diferentemente da Covid-19, existe opção terapêutica eficaz para impedir uma evolução desfavorável do quadro clínico.

Foto: Divulgação / Sesab

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